APPACDM Viseu recebe o Roteiro para a Economia Circular
No âmbito do Roteiro da Economia Circular na Região Centro, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) promoveu, no dia 5 de dezembro, uma visita à APPACDM de Viseu – Associação Portuguesa de Pais e Amigos da Pessoa com Deficiência Mental (APPACDM Viseu).
Inserido no âmbito da Agenda de Economia Circular do Centro, este Roteiro visa promover boas práticas de economia circular desenvolvidas na Região. A edição deste ano abrange visitas a 10 entidades referência entre as que subscreveram o Pacto para a Economia Circular no Centro, sendo a APPACDM Viseu selecionada entre as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) da Região.
Na Visita da CCDRC foi apresentado o Banco de Tecnologia de Apoio, uma iniciativa de Economia Circular ao serviço da Saúde e do Bem-Estar.
O Banco de Tecnologia de Apoio da APPACDM de Viseu adquire, recebe de donativos e repara equipamentos de apoio, p.e. cadeiras de rodas (manuais ou elétricas), andarilhos, canadianas, cadeiras de banhos, almofadas de posicionamento e dispositivos de comunicação. Os equipamentos são disponibilizados a pessoas com deficiência, idosos ou qualquer pessoa com incapacidade temporária ou permanente. Cada solicitação é acompanhada por profissionais especializados, garantindo um atendimento próximo, esclarecedor e adaptado às necessidades de cada pessoa.
A Visita da CCDRC reforçou a dedicação que a APPACDM tem já com a sustentabilidade, enfatizando práticas como a reutilização de materiais, a redução do consumo de papel, o uso consciente dos recursos da Quinta, o desperdício alimentar e a economia circular e a procura por soluções energeticamente eficientes.
Nos últimos anos, no pressuposto que a inclusão e a sustentabilidade não apenas se complementam, como são intrinsecamente interdependentes, a APPACDM Viseu tem vindo a promover uma estratégia interna no domínio da sustentabilidade e da gestão ambiental, incluindo diversas boas práticas já implementadas com sucesso, incluindo: ateliers-oficinas dedicada à natureza e à reciclagem; atividades de sensibilização ambiental na comunidade; atividades de reflorestação no exterior; investimento recente no isolamento e conforto térmico de edificado; recolha-seletiva nos estabelecimentos; autoconsumo da água no Estabelecimento-Sede; aquecimento solar térmico de água numa percentagem relevante do edificado; preferência por espécies autóctones na Quinta; práticas de agricultura biológica; 100% da alimentação animal através de desperdícios alimentares de grande superfície; cessação da aplicação de produtos fitossanitários nos espaços públicos, etc.
A gestão e certificação para a sustentabilidade, em concertação com uma cultura de qualidade, há muito implementada na instituição, serão basilares para a sua modernização administrativa, incluindo desburocratização e desmaterialização de procedimentos, com redução do uso de papel




